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Questões do ENEM 2021

298 questões encontradas · página 10 de 30

Of the 7.2 billion people on Earth... 

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Of the 7.2 Billion People on Earth, 2015. Disponível em:

www.washingtonpost.com. Acesso em: 18 ago. 2017.

Considerando a relação entre o número de habitantes e de línguas faladas no mundo, os dados trazidos pelo infográfico revelam uma

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Considerando-se o uso difundido do inglês na atualidade, o cartum remete à 

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Texto-base da questão

Study: Literary Criticism Is Still Overwhelmingly Male

By Zach Schonfeld

Women writers are all over the best-seller lists, but

literary criticism is still predominantly a male field.

     That’s according to the latest numbers from the volunteer organization VIDA: Women in the Literary Arts, which works for gender and racial parity in the literary world. This year’s report covers prestigious publications like The New York Review of Books, which published 227 male reviewers last year but only 54 female reviewers, and The London Review of Books, which published 146 male critics and 44 women during the same period. The Paris Review “made great strides toward gender parity” in 2013, the report notes, but then slid and published substantially fewer women than men in 2014.

     As The Guardian points out, those figures are especially striking when you consider that women are more avid readers than men in the U.K., where some of the biggest offenders are based.

     The figures are not all disheartening. Major magazines like The New Yorker, The Atlantic and Harper’s all showed increases in the number of women published in 2014.

     That data are valuable (without VIDA, the figures would likely go untallied), and the broader awareness even more so. Top editors likely know gender disparity is an issue, but they’re more likely to pay attention to it when an organization like VIDA is paying attention to them.

SCHONFELD, Z. Disponível em: www.newsweek.com.
Acesso em: 15 abr. 2015 (adaptado). 

No texto, o autor lança mão de palavras como “literary ”, “male” e “female” para apresentar uma matéria jornalística cujo tema está relacionado ao(à)

Texto-base da questão
Most people know of the Karen people from television documentaries, magazines and encyclopedias as the “long-neck” or “giraffe” tribe. But the women who wear these brass rings on their neck belong to a sub-group of the Karen known as the Padaung. Whatever the origin of the custom one of the more common reasons it continues today, particularly in Thailand, is tourism. Although the Padaung have migrated to Thailand in only the last ten years, they have become the most popular “attraction” for hill-tribe trekking tourists. Some have written of this as exploitation of the Padaung; many westerners liken the experience of visiting one of these villages to visiting a human zoo. Some tour operators in Thailand now refuse to take tourists into such villages, while some tourists boycott those operators that do.
Disponível em: www.peoplesoftheworld.org. Acesso em: 8 dez. 2017.

O texto que versa sobre a prática do uso de argolas no pescoço por mulheres de uma tribo que migrou para a Tailândia tem por finalidade

Texto-base da questão
     In contemporary black popular culture, rap music has become one of the spaces where black vernacular speech is used in a manner that invites dominant mainstream culture to listen — to hear — and, to some extent, be transformed. However, one of the risks of this attempt at cultural translation is that it will trivialize black vernacular speech. When young white kids imitate this speech in ways that suggest it is the speech of those who are stupid or who are only interested in entertaining or being funny, then the subversive power of this speech is undermined.
HOOKS, B. Teaching to Transgress. New York: Routledge, 1994.

De acordo com Bell Hooks, intelectual negra estadunidense, o poder subversivo do rap consiste na possibilidade de

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Texto-base da questão

     De acordo com alguns estudos, uma inovação do português brasileiro é o R caipira, às vezes tão intenso que parece valer por dois ou três, como em porrrta ou carrrne.

     Associar o R caipira apenas ao interior paulista é uma imprecisão geográfica e histórica, embora o R tenha sido uma das marcas do estilo matuto do ator Mazzaropi em 32 filmes. Seguindo as rotas dos bandeirantes paulistas em busca de ouro, os linguistas encontraram o R supostamente típico de São Paulo em cidades de Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e oeste de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, formando um modo de falar similar ao português do século XVIII.

     Quem tiver paciência e ouvido apurado poderá encontrar também na região central do Brasil o S chiado, uma característica típica do falar carioca que veio com os portugueses em 1808 e era um sinal de prestígio por representar o falar da Corte.

     A história da língua portuguesa no Brasil está revelando as características preservadas do português, como a troca do L pelo R, resultando em pranta em vez de planta. Camões registrou essa troca em Os Lusíadas — lá está um frautas no lugar de flautas —, e o cantor e compositor paulista Adoniran Barbosa a deixou registrada em frases como “frechada do teu olhar”, do samba Tiro ao Álvaro.

FIORAVANTI, C. Disponível em: http://revistapesquisa.fapesp.br. Acesso em: 11 dez. 2017.

Com base na afirmação de que “associar o R caipira apenas ao interior paulista é uma imprecisão geográfica e histórica”, o texto propõe uma discussão sobre a(s)

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O Globo, 12 fev. 2012 (adaptado).

Considerando-se os contextos de uso de “Todas chora”, essa expressão é um exemplo de variante linguística

Texto-base da questão

A verdade sobre o envelhecimento das populações

    Tem se tornado popular produzir grandes projeções de redução de prosperidade baseada no envelhecimento demográfico. Mas será que isso é realmente um problema?

    A média de idade nos Estados Unidos é atualmente de 36 anos. Na Etiópia, a média é de 18 anos. O país com maior número de idosos é a Alemanha, onde a média de idade é de 45 anos. Países em que a população mais jovem domina são mais pobres, e aqueles com a população dominante mais idosa são mais ricos. Então por que temer o envelhecimento da população?

    Existem pelo menos duas razões. A primeira é psicológica: em analogia ao envelhecimento das pessoas, sugere que, à medida que as populações envelhecem, tornam-se mais fracas e perdem acuidade mental. A segunda decorre dos economistas e de um indicador conhecido como razão de dependência, que pressupõe que todos os adultos com menos de 65 anos contribuem para a sociedade, e todos com mais de 65 anos são um peso. E a proporção de pessoas com mais de 65 anos tende a aumentar. 

LUTZ, W. Azul Magazine, ago. 2017 (adaptado).

A articulação entre as informações do texto leva à compreensão de que ele propõe um(a)

Texto-base da questão

Razão de ser

Escrevo. E pronto.

Escrevo porque preciso,

preciso porque estou tonto.

Ninguém tem nada com isso.

Escrevo porque amanhece,

E as estrelas lá no céu

Lembram letras no papel,

Quando o poema me anoitece.

A aranha tece teias.

O peixe beija e morde o que vê.

Eu escrevo apenas.

Tem que ter por quê?

LEMINSKI, P. Melhores poemas de Paulo Leminski. São Paulo: Global, 2013.

Ao abordar o próprio processo de criação, o poeta recorre a exemplificações com o propósito de representar a escrita como uma atividade que

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No texto, o trecho “Cê tá muito louco, véio” caracteriza um uso social da linguagem mais comum a